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[Resenha] Bem Mais Perto de Susane Colasanti

20/05/2013
Bem Mais Perto
Autora: Susane Colasanti
Selo: NOVO CONCEITO
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 240
Área Principal: FICÇÃO
Assuntos: TEEN
Sinopse: Quando Brooke descobre que o amor de sua vida, Scott Abrams, está se mudando do subúrbio de New Jersey para Nova York, ela decide segui-lo até lá. Viver com o pai ausente e se adaptar a uma escola totalmente nova são desafiantes para ela — e as coisas ficam ainda piores quando ela descobre que Scott já tem uma namorada. Mas como ela aprende a sobreviver na cidade grande, começa a descobrir todo um novo lado de si mesma e percebe que, às vezes, o amor pode te encontrar mesmo quando você não está olhando para ele.



Opinião da Rafa:

"Você nunca consegue conhecer alguém completamente, não importa o quanto ache que conheça. As pessoas sempre omitirão partes de suas vidas. Sempre haverá alguma verdade sobre elas que você nunca saberá"

Imagine o garoto por quem você é completamente apaixonada tendo que se mudar da cidade onde vocês moram, o que você faria?
Para Brooke a única solução foi seguir Scott Abrams e ir morar na mesma cidade que ele, a tão sonhada e badalada Nova York. Brooke deixou a cidade e a casa onde morava com a sua mãe para trás e agora mora com seu pai em um belo apartamento na cidade.
Esse é o pontapé inicial da história da autora Susane Colasanti, um dos pontos negativos que eu achei é que não há muitas surpresas, já nos primeiros capítulos dá para ter uma noção de como vai ser o desenrolar da história. O leitura é leve e rápida, super indicado para quem não gosta de uma leitura com muitas delongas.



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Promoção Seja Um Bridgerton!

17/05/2013
















Esta blogueira tem o prazer de anunciar o inicio da promoção valendo o irresistível livro "O Duque e Eu", resenha aqui. Participe, conheça e se apaixone por essa família imensa e única.

Pronto? Então se liga em como participar:

Primeiramente, leia as informações abaixo:

1) Só é permitida a inscrição de participantes com endereço de entrega no Brasil e que sejam seguidores públicos do Blog.
2) O envio do prêmio será feito em até 30 dias, pela própria editora, contados a partir do recebimento do endereço do vencedor.
3) A promoção inicia-se hoje dia 17 de maio de 2013 e terá o seu término no dia 17 de junho de 2013.
4) A divulgação do sorteio será feita NESTE POST a partir do dia 18/06/2013.
5) O vencedor será contatado pelo e-mail preenchido no Rafflecopter.
6) Qualquer dúvida, deixe seu comentário nessa postagem.

Após fazer o login com qualquer e-mail ou conta de rede social que você tiver, será preciso confirmar no formulário as regras básicas para participação, que são:

-Ser seguidor deste Blog
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Você poderá ter CHANCES EXTRAS se divulgar no Twitter a frase:

Quero entrar para a família dos Bridgertons e ganhar "O Duque e Eu". Participem: http://migre.me/eAzNM

Também terá chances extras se curtir a página da editora no Facebook:
https://www.facebook.com/Editora.Arqueiro?ref=stream


a Rafflecopter giveaway

O sorteio será realizado pelo Sistema Rafllecopter.
Boa sorte ;)

[Resenha] O Conquistador de Brenda Joyce

13/05/2013
O Conquistador 
1 º Livro da Dinastia Warenne
Brenda Joyce 

Sinopse: 
O conquistador chegou para dominar e  possuir...
Como um deus pagão, Rolfe o Implacável cavalgou dentro do castelo Aelfgar para reclamá-lo como seu prêmio e Lady Alice como sua prometida. 
Um homem entre a lealdade ao seu rei e a loucura do amor... 
Premiado por sua coragem na França, Rolfe era um odiado inimigo na Inglaterra. Uma vez estabelecido em seu novo domínio, Rolfe se determinou a domar a beleza saxã Ceidre, a irmã ilegítima de Alice, cujo espírito e sensualidade o fizeram arriscar-se à traição para tê-la – e não Lady Alice — em sua cama... 
Uma mulher entre a lealdade familiar e a loucura do amor... 
Misteriosa e sedutora, Ceidre não era uma dama da nobreza a não ser uma espiã que apóia fielmente a rebelião de seus dois meios irmãos. Recusando—se a dobrar—se ante o novo Conquistador que despertou nela uma paixão proibida, Ceidre se verá envolta em uma relação perigosa atada ao destino da Inglaterra e de seus reis. E ela terá que lutar para não render—se ao Conquistador e para não trair a sua família.


Intenso, chocante e irresistível.

A Dinastia Warenne sempre me chamou a atenção, mas como gosto de começar as séries pelo ponto de partida original, precisava criar ânimo e começar essa saga lendo O Conquistador. Fiquei com esse livro jogado por aqui mais de seis meses, passava os olhos na sinopse e tinha vontade de ler, mas me lembrava dos fortes comentários de quem já leu e ficava insegura. O livro foi considerado inapropriado para corações fracos, para quem espera historinhas leves de romances “água com açúcar”. E ao ler as primeiras páginas comecei a entender o porquê desses avisos.

As disputas por terras da Normandia sempre são retratadas com a brutalidade que a época regia, entretanto, apesar de ter lido muitas obras sobre o tema, Warenne foi, sem sombra de dúvidas, o que mais explorou essa brutalidade.

Nesta obra somos arrebatados para o estreito limiar do lado bom e mau do homem. Há um rei que peleja por manter-se no trono sem considerar quem derruba pelo caminho. Há seus súditos que seguem cegamente suas ordens e há os rebeldes que lutam por seus ideais.

Nossa história começa com um súdito arrasando um vilarejo a mando do rei. Ele não tem piedade, mata os considerados traidores, queima suas cabanas e persegue camponesas. Uma em especial desperta seu interesse. Ele está a ponto de violenta-la quando é impedido ao revelarem sua real identidade. A moça é nada mais, nada menos que Lady Alice, sua prometida.

Desde então, apesar de não ter sido forçada, ela passa a odiá-lo e ele a deseja-la cada vez mais além da loucura.

Atados, eles vão até o feudo designado pelo rei para o guerreiro. Feliz por suas novas posses (terras abundantes e noiva que lhe ferve o sangue), Rolfe nem imagina que seu mundo virará de cabeça para baixo ao descobrir que foi enganado.

Com medo de ser atacada pela luxuria do normando, Ceidre não vê outra saída a não ser fingir ser a meia irmã Alice, mas sua segurança está com os minutos contados e quando tudo vier à tona, ela estará enrascada.

Parece um enredo corrente, verdade?

Mas o decorrer da história é, no mínimo, arrepiante.

Vemos o mocinho se casar com a vilã e forçar a mocinha a se casar com outro, além de persegui-la e humilha-la. Ele chega a entrega-la diante o rei por traição. Parece um absurdo, mas ele faz tudo isso dividido entre o dever e o inesperado sentimento de comoção. Aos poucos ele vai assimilando a forte luxuria por algo mais intenso. As cenas de intimidade entre ele e as mulheres de sua vida são detalhadas e um pouco desconcertantes, mas a descoberta do amor e carinho por Ceidre é emocionante.

Ele é um típico Normando bruto e ela uma coitada que só quer ser querida pela família e seu povo. Ceidre comete erros monumentais ao confiar demais nos outros, mas é ousada e forte diante as atrocidades que passa.

Odiei com todo meu coração Lady Alice e sua maldade. Teve um momento em que lia as páginas balançando a cabeça incrédula e correndo com a leitura só para ver quando Rolfe repararia seus erros ou Alice pagaria por seus atos.

Demorou, mas o desfecho faz jus ao livro e garantiu meu interesse para a continuação da série ;)

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[Resenha] O Duque e Eu, de Julia Quinn

10/05/2013
O DUQUE E EU 
Autora: Julia Quinn 
Edição: 1/2013
Editora: Arqueiro
Páginas: 288
Sinopse: Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta.
Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.

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"Os Bridgertons são, de longe, a família mais fértil da alta sociedade. 
Essa qualidade da viscondessa e do falecido visconde é admirável, embora se possa dizer que suas escolhas de nomes para os filhos sejam bastantes infelizes. Anthony, Benedict, Colin, Daphne, Eloise, Francesca, Gregory e Hyacinth. É claro que a organização é sempre algo benéfico, mas seria de esperar que pais inteligentes fossem capazes de manter os filhos na linha sem precisar escolher seus nomes em ordem alfabética. 
Além disso, a visão da viscondessa e de todos os seus oito filhos num único ambiente é o bastante para que se ache que está vendo dobrado, ou triplicado, ou pior. Essa autora nunca tinha presenciado um grupo de irmãos tão absurdamente parecidos. Embora a autora não tenha memorizado as cores de seus olhos, todos os oito têm estruturas ósseas semelhantes e os mesmos cabelos grossos e castanhos. É lamentável que a viscondessa, que está atrás de bons casamentos para a prole, não tenha tido filhos mais elegantes. Ainda assim, há vantagens, numa família de aparência tão consistente: não há dúvida que todos são legítimos. 
Ah, gentil leitor... Sua dedicada autora gostaria que fosse assim entre todas as grandes famílias... 

CRÔNICAS DA SOCIEDADE DE LADY WHISTLEDOWN - 26 DE ABRIL DE 1813" 

Com essa breve introdução, apresento os personagens dessa família que cativou meu coração. Assim como trago a baila as ácidas, inteligentes e divertidas anedotas da mais recente e popular colunista de Londres. 

O Duque e Eu foi o primeiro romance de Julia Quinn que li. Sua narrativa divertida, romântica e sensual envolve o leitor de tal jeito que logo nos vemos mergulhados no mundo aristocrático de uma antiga Londres.

Toda a história se inicia com uma criança ansiada por um Duque orgulhoso. Após tantos anos de casamento, a já não tão nova Duquesa de Hastings, consegue por fim, dar a luz a um herdeiro. Claro que ela ter morrido no parto não diminuiu o grande feito para o odioso Duque, seu marido. O mundo continuaria belo e perfeito para ele se não fosse seu filho, Simon, que conforme crescia mostrava-se defeituoso; o rapaz era gago. O Duque logo pensou que o problema da fala era associado a um raciocínio retardado e horrorizou-se com a possibilidade de ser taxado como o pai do estúpido doente.

Após lamentar muito, decide que o único jeito é... Fingir que seu filho havia morrido. Pronto, desde então o pobre garoto rejeitado começou a criar em sua pequena cabeça uma grande vingança. Iria superar seu problema com a língua e mostrar a seu pai que era muito mais esperto que ele e no fim faria jus a seu desejo. Não haveria um Duque de Hastings filho. Jamais.

Anos depois, quando finalmente o jovem Simon volta de uma longa viagem pelo mundo com fama de homem intrépido, conquistador, rico e inteligente como poucos para assumir o Ducado, ele se depara com uma avalanche de mocinhas e mães querendo assegurar o cargo livre de nova Duquesa. Obviamente, Simon pretendia levar até o extremo sua vingança se negando a dar continuidade ao nome de sua família. As moças poderiam jogar-se aos seus pés, mamães poderiam sufoca-lo com, seja lá o que elas faziam para arrumar maridos paras as filhas, que nada o abalaria.

Ele nunca, jamais, em hipótese alguma se casaria.

Mesmo que conhecesse uma mulher intrigante, valente, única. Mesmo que acabasse caindo de quatro por ela. Mesmo que toda sua honra fosse por água abaixo ao se deixar seduzir e a comprometer bem diante à grande e conceituada família da moça. Mesmo que fosse levado a um duelo com seu melhor amigo e soubesse que acabaria morto.

Mesmo diante tanta convicção... Não me pergunte como, ele acaba casado com tal moça de tal família. Daphne Bridgerton com seu jeito moleca, familiar, persistente e sarcástica acaba por conseguir evitar o duelo entre o homem que ama e seu irmão.

Ela leva o jovem duque ao altar e se empenha por conquistar seu carinho. Coisa nada fácil quando corações estão tão recheados de ódio que parece não haver mais espaço para o amor ou esperança.

“Simon sentiu algo bastante esquisito invadir seus pulmões. Percebeu melancolicamente que se tratava de ar.  Ele estivera prendendo a respiração sem sequer notar. Experimentou outro sentimento também. Algo quente e terrível, e ao mesmo tempo exultante e maravilhoso. Era emoção, pura e absoluta, uma mistura bizarra de alívio, alegria, desejo e temor. E ele, que passara a maior parte da vida evitando sensações confusas, não tinha ideia como agir em seguida.” 
Pg. 163 

Obviamente, muitas cenas hilárias e outras dramáticas permeiam a história até o seu fim. Embora, tecnicamente, o fim esteja muito, mas muito longe. Afinal, como diz nossa colunista audaz dessa história: ainda há muitos outros Bridgertons para se casar! rs


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[Resenha] Julieta de Anne Fortier

07/05/2013
Julieta 
Anne Fortier
Edição: 1/2010
Editora: Arqueiro/Sextante
Páginas: 441

Sinopse: Julie Jacobs e sua irmã gêmea, Janice, nasceram em Siena, na Itália, mas desde os 3 anos foram criadas nos Estados Unidos por sua tia-avó Rose, que as adotou depois de seus pais morrerem num acidente de carro. Passados mais de 20 anos, a morte de Rose transforma completamente a vida de Julie. 

Enquanto sua irmã herda a casa da tia, para ela restam apenas uma carta e uma revelação surpreendente: seu verdadeiro nome é Giulietta Tolomei. A carta diz que sua mãe havia descoberto um tesouro familiar, muito antigo e misterioso. Mesmo acreditando que sua busca será infrutífera, Julie parte para Siena. Seus temores se confirmam ao ver que tudo o que sua mãe deixou foram papéis velhos – um caderno com diversos esboços de uma única escultura, uma antiga edição de Romeu e Julieta e o velho diário de um famoso pintor italiano, Maestro Ambrogio. Mas logo ela descobre que a caça ao tesouro está apenas começando. 

O diário conta uma história trágica: há mais de 600 anos, dois jovens amantes, Giulietta Tolomei e Romeo Marescotti, morreram vítimas do ódio irreconciliável entre os Tolomei e os Salimbeni. Desde então, uma terrível maldição persegue essas duas famílias. E, levando-se em conta a linhagem e o nome de batismo de Julie, ela provavelmente é a próxima vítima. Tentando quebrar a maldição, ela começa a explorar a cidade e a se relacionar com os sienenses. À medida que se aproxima da verdade, sua vida corre cada vez mais perigo. Instigante, repleto de romance, suspense e reviravoltas, Julieta – livro de estreia de Anne Fortier – nos leva a uma deliciosa viagem a duas Sienas: a de 1340 e a de hoje. É a história de uma lenda de mais de 600 anos que atravessou os séculos e foi imortalizada por Shakespeare. Mas é também a história de uma mulher moderna, que descobre suas origens, sua identidade e um sentimento devastador e completamente novo para ela: o amor.

Opinião da Rafa:

Faz um bom tempo que um livro não me prendia, fascinava e encantava tanto quanto esse. Estou "in love", minha vontade foi de arrumar as malas e pegar o primeiro voo rumo à Siena assim que eu terminei de ler o livro, rs.
A história é apaixonante, a maior parte do livro é ambientada em Siena (região da Toscana, Itália), onde a personagem principal, Julie Jacobs, nasceu e retorna depois de 20 anos por conta da morte de sua tia Rose, que foi a responsável pela criação de Julie e sua irmã gêmea Janice depois que seus pais faleceram quando elas tinham apenas 3 anos. 
Julie chega a Siena depois de receber uma carta deixada por sua tia onde descobre que seu verdadeiro nome é Giulietta Tolomei e também que sua mãe supostamente havia encontrado pistas de um antigo tesouro da família. Lá é onde a história realmente acontece, a vida de Julie toma um novo rumo e tudo começa a fazer sentido pra ela, a história se desenrola e nos deparamos com um Romeu e uma Julieta dos tempos atuais com um porém: temos um final feliz dessa vez!



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